Friday, February 09, 2018

Carnaval sozinho? Pesquisa da Agência Eclipse Love revela...

Pesquisa revela: eles preferem passar o Carnaval acompanhados

 - Amor e Sexoseja a primeira a comentar
Carnaval  sozinha ou acompanhada


Se você é daquelas que não gosta de se envolver com alguém no Carnaval com medo de ser abandonada quando a Quarta-Feira de Cinzas chegar, saiba que uma pesquisa concluiu que muitos homens gostariam de estar namorando em tempos de confete e serpentina e não se jogando nos bailes espalhados pelo Brasil.
Segundo levantamento realizado pela agência de relacionamento Eclipse Love, criada pela psicóloga e coach afetivo Eliete Matielo, 88% dos homens solteiros, entre 34 e 57 anos, preferiam estar namorando, ou em algum relacionamento estável, do que ter que passar os dias de Carnaval na folia ou sozinho.
A pesquisa foi realizada com 250 homens e mulheres, entre 32 e 64 anos, cadastrados no Clube do Solteiro da agência. "Os homensque procuram a Eclipse Love são muito objetivos com o que desejam e sabem o perfil exato da mulher que procuram. Já as mulheres cadastradas querem, inicialmente, obter avaliação do seu potencial amoroso e afetivo e só depois de algum tempo de autoconhecimento optam por querer conhecer alguém para namorar", revela Eliete Amélia de Medeiros.
Por Juliana Falcão (MBPress)

Agência de namoro Eclipse Love representada por Eliete com Fátima Bernanrdes

A Psicóloga Eliete Amélia de Medeiros foi entrevistada por Fátima Bernardes no programa Encontro, dando dicas para o primeiro encontro, já que é especialista em relacionamentos na agência Eclipse Love.
www.eclipselove.com.br

Thursday, February 08, 2018

Que tipo de relacionamento é o seu? Teste

Clique na imagem para iniciar.

Dra. Eliete Amélia de Medeiros explica ;O que as mulheres gostam nos homens?

Um blog destinado as mulheres que sabem o que quer e aos homens que querem saber o que elas gostam,com conteúdo para maiores. Tire dúvidas,comente. Por: Briandha Aline.


Mesmo com a pouca "oferta", as mulheres não abrem mão de escolher bem seu companheiro. Veja a seguir as características que elas buscam nos homens. » Gestos masculinos podem revelar se ele está caidinho por você » Quais características masculinas mais desejadas pelo sexo feminino? Segundo a psicóloga Kelen Pizol, as mulheres procuram por segurança, fidelidade e companheirismo. "O homem tem que ser carinhoso e presente sexualmente", diz Kelen. Na opinião da psicóloga de casais Eliete Amélia de Medeiros, os aspectos externos também são muito importantes. "A mulher procura um homem que cuida da sua saúde, que faça algum esporte, de preferência. Pois se ele não cuida nem do próprio corpo, imagine da relação", explica a psicóloga "A mulher admira ainda o homem seguro, próspero e trabalhador, que tenha projetos e um foco na vida", completa Eliete. Segundo a profissional, não corresponde com a realidade aquele mito de que as mulheres gostam de homens mulherengos. "Elas gostam do 'galinha' somente para ficar, porque ele é popular. Mas para um relacionamento sério nem homens e nem mulheres querem um parceiro desse tipo", afirma. Outras atitudes apreciadas por elas são o cavalheirismo, carinho e atenção. E, segundo Eliete, esses aspectos estão presentes com maior incidência nos homens mais velhos. Casamento Ao longo dos anos, foram alteradas as expectativas das mulheres em relação ao casamento. "Antes elas queriam uma relação mais segura. Hoje, a mulher não quer que o marido interfira na sua vida", explica Eliete. De acordo com a psicóloga, esse comportamento explica o surgimento dos "namoridos": casais que vivem juntos sem o casamento oficial. "Com esse tipo de união não há a posse comprovada no papel". "O casamento deixou de ser um negócio, pois ele nem sempre é para a vida toda. Portanto, a mulher tem que se garantir", completa a profissional

email de Eliete Amélia de Mederios- doutoraeliete@gmail.com

Eliete de Medeiros- Eclipse Love na Women"s Health

Com algum jogo de cintura, dá para fugir das saias justas — e ter uma vez inesquecível!
por Heitor Toshio Kohatsu
Não, não se trata da primeira vez, e sim da primeira transa com aquele carinha que você conheceu
 na balada, trocou olhares, telefones, conversas... E, quando viu, já estava no carro a caminho de casa
 para estender a noitada. E aí, o que fazer? Sim, você não é mais inexperiente — já namorou antes,
 testou muitas posições e brinquedinhos, conhece seu corpo e sabe muito bem o que a faz
 chegar lá. Sabe quase tudo, certo? Errado.

 "A gente nunca vai saber tudo no sexo, porque ele nunca é igual.
 Pode ser semelhante com um parceiro, mas cada pessoa tem uma preferência:
de toque, intensidade, posições, repertório...", explica Giovanna Lucchesi, psicóloga e terapeuta
 sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (IpanSex). Será que mostrar todas as suas armas na
 primeira noite vai fazer o cara gamar de vez em você ou fazê-lo fugir de espanto? Sim, nós batemos
 o pé, nos rebelamos contra o padrão de donas de casa, queimamos sutiã em praça pública, conquistamos liberdade, invadimos o mercado de trabalho. E, de quebra, conseguimos derrubar os tabus sexuais — ou ao menos grande parte deles. Mas e os homens? "Eles hoje buscam a mesma coisa que buscavam 30 anos atrás.

 A diferença é que, em vez de ter que sustentar a família, querem uma mulher independente. Mas também que seja moça legal e com princípios", afirma Eliete Amélia de Medeiros, psicóloga, especialista em relacionamento e aconselhamento afetivo e diretora da agência de relacionamento Eclipse Love. É, não adianta se enganar. Mergulhar de cabeça (ou de boca, bumbum...) no discurso "Eu sou liberal!" pode afastar um pretendente. O mais indicado, então, é ter bom senso, ser fiel a seus limites ou vontades e ser observadora dos tabus dele. "O sexo faz parte das relações da vida. Se ela souber analisar o cara, do que ele gosta nas conversas, como trata as mulheres na mesa do bar, se é mais machista ou mais gentil, vai perceber como ele é na cama", ensina Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan. Veja a seguir as situações que podem constranger o cara — e como se sair dessas roubadas sem ferir sua dignidade (ou o orgulho dele). Depois, se vai querer uma segunda noitada ou se o lance é de uma noite, a escolha é toda sua!

Ajoelhou, tem que rezar
Você está paquerando o cara há horas. Já dançou perto dele, lançou seu olhar arrebatador e ficou toda alegrinha na hora do papo. Sim, você deu a entender que quer ir embora para fazer coisas mais divertidas. "A mulher não precisa dizer ‘sim’ para um homem interpretar que sim. Ela faz isso com o corpo, a roupa, as atitudes", explica Camille Paglia, intelectual americana, autora do polêmico livro Personas Sexuais. E mais: não só ele entendeu que você quer como pensa que você vai ser arrebatadora na cama. Mas, na hora do vamos ver, pode ser que a coisa não seja assim tão quente. "A mulher sabe que o sexo agrada ao homem e, às vezes, se mostra muito mais sexual e ativa do que realmente é. Mas depois vem a cobrança — e o resultado pode ser artificial e acabar com a história. O cara transa e dispensa", diz a educadora sexual Maria Helena Vilela. Claro que demonstrar interesse é legal, mas seja honesta na hora da conquista e do dirty talking. Mostrar-se muito ousada na paquera é criar expectativas de sexo selvagem. Da mesma forma que fingir que é santinha não pega bem se depois você se revelar muito experiente. Seja apenas você.

Pilotando a transa
A liberdade de expressão na cama é um direito de todos: ajuda você a mostrar o que gosta de fazer e colocar seus limites no que não gosta. E, às vezes, acaba rolando de a mulher dominar a situação. Tem homem que adora — sinal de que a moça está animada com a transa. Outros, nem tanto... "Ele pode ficar sem jeito. É como em uma dança: a vida inteira, foi o homem quem conduziu — só se deixa conduzir quem gosta ou quem está seguro de que sabe dançar muito bem", explica Maria Helena. O ideal é ir testando os limites do parceiro para não forçar um tango a quem está nos passinhos básicos do forró. "Se a mulher entra na história querendo ser superior, o casal perde o controle. Se for sensível, souber analisar e ser sedutora, poderá dar as ordens aos poucos, sem ele perceber", ensina a especialista.

Sem pecar pelo excesso
Gritar, gemer, variar a posição, encarnar um personagem e arrematar tudo com um "Oh, my Goooood..." — ufa! Calma. Não force a barra nem exagere a performance além da conta. "As pessoas ficam tensas, pressionadas no primeiro encontro. Ele é permeado por tantos receios — será que está bom? Será que isso pode? — que a pessoa perde a espontaneidade, o que deixa o sexo artificial", diz a terapeuta sexual Giovanna. Leve isto como regra: o que precisa de intimidade ou de um acordo prévio (filmar, usar fantasias, role playing, algemar, bater com muita força e outras excentricidades) não pega bem na primeira noite. Também não precisa avisar o vizinho de três andares acima que você chegou lá. E se o cara cair na risada... Das duas uma: ou vocês desencanam da transa ou riem juntos e aproveitam para deixar esse momento mais descontraído. Fica a dica: escolha a segunda opção...

A hora da virada

Você libera ou não? Sim, o sexo anal divide opiniões — tanto entre as mulheres, que ou amam ou odeiam (ou nunca testaram) liberar a prática, quanto entre os homens, que adoram ou acham isso coisa de mulher "da vida". Mas o cenário está mudando. "O anal é um sexo como outro qualquer. Só que as pessoas encaram como tabu, coisa para fazer com alguém especial... Mas, se a moça usa camisinha, faz sexo oral e outras coisas, por que o anal causaria problemas? Não é o tipo de sexo que a faz ser melhor ou pior, e sim se ela corresponde às expectativas do cara", analisa Maria Helena. O mais importante é você estar a fim e conhecer seus limites. Não adianta liberar a retaguarda para agradar ou mostrar "Olha só como sou bem resolvida". Se a vontade não é genuína — e se o feeling é de que o cara vai achar estranho —, o ideal é mantê-lo entretido no parquinho da frente mesmo.

Bonequinha de porcelana
O apelido não é pela beleza angelical, e sim pelo movimento — ou falta dele — na hora do sexo. Pode chamar também de boneca inflável, geladeira, paradinha. O fato é que uma das coisas que mais incomodam o cara na transa é mulher que não sabe o que faz, mas também não tenta fazer nada. Só fica lá, esperando... "Se ela é muito tímida ou não sabe se expressar sexualmente, tem de entender que o sexo casual talvez não seja uma boa ideia. Ou pode tentar relaxar, compreender que o outro também tem seus medos e receios", ensina Giovanna. Se você tiver sorte de o cara entender sua timidez, vá lá. Mas, geralmente, eles definem essa transa sem emoção de outras formas: você não está a fi m, você é ruim de cama ou você é frígida. Credo! "Se não estiver gostando, tente conversar, negociar, propor uma mudança de posição. Às vezes o cara também está sem curtir e iria gostar de mudar", diz a terapeuta.

A pipa não subiu
Vocês estão no maior amasso, quase chegando ao que interessa e... o cara broxa. Como proceder? Não adianta fingir que não viu, porque o cara não é trouxa. E nem mandar aquele papinho "Eu entendo, isso acontece..." — é depressão na certa. Muito menos rir, ficar brava ou ir embora. "Tem de ser espontânea. Diga que ficou desapontada, mas não com ele, e sim com a situação. Não o coloque como culpado, afinal ele não é. Mas expresse que você está aberta a outra oportunidade", ensina Maria Helena. Converse com ele sobre outras coisas. Falem de música, dos filmes em cartaz no cinema, sobre a vida... Depois, se ainda estiver a fim — e perceber que ele topa —, tente outra aproximação. Com calma e compreensão, a noite pode mudar e terminar numa boa.

Nuvem de lágrimas

Terminou com um namorado há pouco tempo? Quer compensar a tristeza com o combo álcool + sexo casual? Sente dores na hora da transa? Em qualquer um desses casos, cuidado: talvez ir para a cama não seja uma boa ideia. Já imaginou se no meio do esfrega-esfrega você cai no choro? "Cada pessoa sabe seus limites. Cuide de você e não se coloque em situações que podem causar sensações ruins. Se não se sente preparada, não force", diz Giovanna. Mas, se já aconteceu, respire fundo... e finja que as lágrimas são resultado do enorme prazer desse sexo maravilhoso! Sim, vai ficar estranho e o cara pode não acreditar, mas ao menos você tentou amenizar a barra dele. E a sua...

Muito além da intimidade
A transa acabou e agora tudo o que você quer é abraçar, fazer carinho e falar — e ouvir — coisas fofas, certo? Errado! Não confunda a intimidade física com laços afetivos. "No sexo casual, o cara pensa que a moça também não quer compromisso. Ao ser carinhosa demais, ela mostra a que veio — o que deixa o homem amedrontado, perguntando-se ‘Cadê aquela mulher fogosa? Será que tem dupla personalidade?’ Isso assusta", explica Maria Helena. Ou seja, forçar a intimidade só vai fazer o cara pensar que você é muito carente ou que está na busca por marido. Nos dois casos, ele vai fugir rapidinho. Se a vontade é de abraçar o Jack e voar na proa do Titanic, lembre-se: o iceberg mora ao lado...

Dormir pode?

Antes, durante ou depois, esse assunto dá pano para manga. Será que pode dormir na casa dele? E ele dormir na sua? "O sexo é uma intimidade, mas as pessoas conseguem encará-lo como prazer e ponto final. Já dormir, enxergam como coisa de casal. Fica confuso. Claro que pode rolar, vai depender da química", explica Giovanna. Mas há dois casos em que o tiro vai parar no pé. O primeiro é ir embora enquanto o cara dorme. Você sinaliza a ele que odiou a noite e que não quer mais nada com ele — nem ser amiga no Facebook. Se estiver mesmo com pressa, deixe um recadinho! Já o segundo é dormir durante a transa. Sim, acontece — por excesso de bebida ou porque a bateria acabou mesmo. E não dá outra: pega muito mal e é certeza de que seu nome foi parar na lista negra — dele e dos amigos! Fique alerta — e, se bocejar, melhor tomar um energético antes de encarar a cama.

Não encane com isto!
Lingerie sexy? Pega bem. Sutiã de renda? Também. E a calcinha bege? Diz aí: sua resposta instantânea foi "Nem pensar!", né? Ok, ela não é bonita nem vai fazer maravilhas por você, mas a verdade é que ela também não pega assim tão mal. Nenhum homem vai deixar de transar — e muito menos broxar! — ao vê-la com uma roupa de baixo mais casual. Afinal, ele está mesmo é interessado no que está por baixo...

O mesmo vale para depilação: tem homem que jura de pé junto que nem liga se sua manutenção não está lá das melhores. É claro que os pelos aparadinhos contam pontos positivos, mas o contrário não a descarta da lista do rapaz. Então, se bateu aquele tesão louco, não precisa se reprimir só porque a linha do Equador está toda trabalhada na Floresta Amazônica. No aperto, passa. E depois corra para o salão para surpreendê-lo no segundo encontro.

Menstruação é chato, dá cólica...
 Mas faz parte da vida. Primeiro, pergunte-se se ficaria confortável ao transar. Se sim, abra o jogo com o cara: você quer, mas está naqueles dias. Ele aceitou? Mãos à obra. Só não se esqueça da camisinha! Ela é obrigatória sempre, especialmente durante a menstruação, quando a mulher está mais suscetível a contrair DSTs. E não, não vai pegar mal nem vai agradar mais o cara se você deixar de usar, pelo contrário.


Com a palavra: os homens!
"Se ela chorar, vou embora na hora! Mesmo que seja de emoção porque tá adorando... Essa é problema". Thiago Pereira, 32 anos, publicitário.

"Ficar lá parada não é legal nem no primeiro, nem no segundo nem no último encontro. É o único problema definitivo: sinal de transa ruim! Não quero". Rodrigo Silva, 29 anos, relações-públicas.

"Se a mulher é muito barulhenta, grita muito, me desconcentra. Eu dou risada, corta o tesão. E depois da transa pode até abraçar. Mas chamar de nome fofo é estranho demais. Parece que a menina vai ser louca, vai te perseguir. É até perigoso!" José Neto, 24 anos, advogado.

"Mulher muito atirada, sexo anal, usar fantasias... Isso é coisa para apimentar um relacionamento longo. Na primeira noite, mostra que a mulher é excêntrica. E aí depende do que você espera. Se quer relacionamento, não vai curtir. Já se é para uma noite apenas, tudo bem!" Pedro Fandiño, 24 anos, antropólogo.

"Você tem que conversar e conhecer antes. O que pega não é em cima da cama, é no papo. Tem que ser natural, ser você mesma. Não adianta ficar fingindo ser sexy demais, ser quem não é. Depois cai a máscara e pronto... No fim das contas, a conversa é o que sobra no relacionamento". Ricardo Osório, 30 anos, bancário.

"Sexo anal na primeira noite é muito avançado. A vida não é um filme pornô!" David Nicholas, 25, economista.

Eliete Amélia de Medeiros- Heart Hunter





Sou psicóloga especialista em doenças de fundo emocional. Entre todas as patologias, sempre existiu a queixa da falta de amor. Os homens falam que não há mulher para namorar. As mulheres dizem que nenhum homem presta. Mas ninguém quer viver sem. Então eu tento harmonizar isso de alguma forma.
O trabalho de heart hunter é diferente do oferecido pelas agências. Eu atendo apenas a homens de nível superior, entre 35 e 65 anos. Eles pagam a partir de R$ 5 mil. Eu trabalho por um ano procurando a mulher ideal para cada um. Não significa que os clientes não sejam atraentes, mas não querem mais se arriscar. Eu faço toda a triagem e apresento para eles mulheres compatíveis. Meu trabalho é personalizado, atendo no máximo a 40 homens. Meus clientes me ligam até de madrugada para contar como foi o encontro.

Não trabalho para as mulheres, porque acho que elas são mais ansiosas e já querem logo saber quando terão um encontro. Faço parcerias com psicólogos, 

cabeleireiros e profissionais que atuam diretamente com o público feminino. Afinal, que mulher não conta tudo para o cabeleireiro? Caso elas tenham o perfil que eu estou buscando e estejam interessadas, meus parceiros as encaminham para mim. Elas não pagam nada por isso. O homem já pagou, na verdade.
Já tive um cliente de 91 anos. Quando ele chegou, não sabia o que fazer. Era um alemão bonito, de olhos azuis, alto, mas não tinha um braço. Já tinha perdido a mulher, a filha e a neta. Trabalhei muito, porque não é comum eu ter cadastro de mulheres mais velhas. Consegui algumas na faixa dos 60 e ele acabou se casando com uma delas.
As pessoas levam o fim de um relacionamento como uma afronta pessoal, mas não significa que você tenha perdido seu valor. Antes, falavam em achar a outra metade da laranja, a cara-metade. Não. Nós já nascemos inteiros. Somos uma laranja completa. O que nós podemos fazer é encontrar outra laranja e fazer um suco mais produtivo
Aprenda a arte de se reinventar no amor

Cair na rotina é inevitável e o tempo é implacável. Isso sem contar,
 que ainda pintam os problemas do cotidiano.
A psicóloga Eliete Amélia de Medeiros, especialista em relacionamento, heart hunter e diretora da Agência Eclipse Love, constata: "A rotina, o descaso, as contas para pagar, os problemas do dia a dia e filhos influenciam muito no relacionamento. É necessário focar no homem junto com a mulher, para reencantar um ao outro". Pode ser que essa seja a hora de dar uma repaginada nesse relacionamento. Mãos à obra.
Não vamos contar nenhum segredinho, pela simples verdade de que ele não existe, Vilamiga, é isso mesmo, não há receita milagrosa, o que há é criatividade e vontade de aprontar e inventar coisas para se divertir e fazer o outro perceber que por baixo de sua face cansada há fogo.
A primeira coisa para se manter no foco, que é fazer essa "releitura" do seu amor, é lembrar-se dos motivos pelos quais vocês se apaixonaram, e depois analisar o que é que falta no cotidiano. Nem sempre é a falta de sexo, ou a ânsia de realizar uma fantassia proibida, é a falta de contato mesmo, de olhar nos olhos, de simplesmente prestar atenção no outro.
E pode acreditar não é nada complicado dar uma mãozinha para quebrar a rotina e atrair novamente o interesse do seu amado. Veja algumas dicas e se reinvente já:
- Segundo Eliete, a grande pedida é "causar". Surpreenda o gato com comportamentos e atitudes que o parceiro possa admirar.
- Saia para viajar no final de semana no melhor estilo "lua de mel", ou simplesmente vá ao motel, leve uma champagne ou um vinho, ou se vocês gostarem leve uns brinquedos. Faça um desfile de lingerie, peça para ele escolher as que ele gosta mais.
- A heart hunter deu a dica e nós concordamos - "O visual é importante: reveja suas roupas, seus cabelos. Se faça atraente e atenciosa. Com certeza, isso deixará o parceiro com a "pulga atrás da orelha" e fazer com que preste mais atenção em você".


Heart Hunter- Eliete Amélia de Medeiros já está internacional

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by Mariana Siqueira
Course teaches women how to become “magnetic” goddesses
A Brazilian psychologist is on a mission to reinforce gender stereotypes.
We all know finding your better half, soul mate, or just someone to put up with you, is no easy task. But apparently most of us women are doing it all wrong, which is why we just can’t seem to find the right guy. Luckily for us gals, Brazilian psychologist Eliete Amélia de Medeiros has developed a crash course in which she promises to transform ordinary, hopeless women like us into “magnetic” goddesses that no man can resist.
For 1,000 reais, approximately £300, women can attend a day course provided by de Medeiros’s “heart hunting” agency Eclipse Love in São Paulo. Eliete has worked as a match-maker for 15 years and according to her website has a 70% success rate. She charges up to £3,600 for her services and currently has 2,500 clients.
The course is divided into four stages and aims to make women appear more attractive and assertive to men:
1. Self-awareness dynamics – understanding the different roles of men and women in a relationship
2. Etiquette – how to behave on a date
3. Make-up skills
4. Wardrobe – how to create your own style
So there you have it. The four simple skills you need to master to become irresistible to any man you desire. Easy.
The course kicks off with an image of a burning bra on a powerpoint, “If we want long lasting relationships we need to redeem femininity and tolerance,” Eliete lectures. While this goes on, Simone de Beauvoir turns in her grave. Hang in there, Simone, it gets worse.
Women should never speak directly to waiters and never talk about their careers
During the etiquette section of the course, Eliete opens our eyes to everything we’ve been doing wrong on dates. According to the psychologist, women should never speak directly to waiters when dining in a restaurant and never speak about their careers, as that’s for the man to talk about – you don’t want to intimidate him with your independence. Other issues such as politics, depression and other diseases should be avoided, men don’t want to hear about your troubles!
A man should always pay for dinner and the woman should never sleep with him on the first date. However, if she’s feeling feisty the woman is allowed to call him the next day and thank him for the date. Hot. When asked what she thought about the controversy and outrage that has surfaced online about her course, especially from feminist publications and organisations, Medeiros told Planet Ivy that feminists are entitled to their own opinions but the fact is, her course has successfully worked in joining plenty of happy couples.
Medeiros points out that she didn’t invent this code of etiquette, she is only sharing strategies that have statistically proven to be successful in finding love. “What’s wrong with reminding women that it’s not elegant to laugh too loudly or swear when on a date?” she questions me. “Everything!” I want to reply, but manage to hold back.
One slide on her powerpoint states that 50% of men don’t want partners who are overweight. Eliete’s “research” shows that chubby women can’t embody the “magnetism” that she teaches. Eliete herself doesn’t take on overweight clients.
In the make-up lesson, women learn what are the best tones and products for their skin. Not wearing make-up isn’t an option: “A clean face makes you look sloppy.” I ask Medeiros about women who don’t wear make-up, don’t particularly care about fashion and are fulfilled and in happy relationships. “Each woman has her individual charm, and many of these women do find love, but the ones who feel they need more preparation love the course since it’s based on research with men of all ages and of a high social class”, she assures.
Afterwards, fashion tips are bestowed on the students. “I know everyone likes wearing flats and sandals, but when you want to attract a man, you have to wear heels,” she teaches. There are no exceptions to this rule. When at the beach, by the pool or in any other situation where a woman won’t be able to wear the appropriate footwear, she should always walk on tiptoes. This will attract attention and make you look elegant.
Alright, alright, but what about celebrating real beauty? Accepting and loving yourself as you are, aren’t these maybe better ways in finding true love? “We all know men are extremely visual. From my experience at Eclipse Love no one wants to be with an ugly partner.”
She goes on to tell me that she believes “Women are blessed for having the ability to beautify the world, have children and build a family,” and I am left defeated: it’s hard to discuss gender roles with someone who appears to have stepped out of the 1940s.
At the end of the course, when students have supposedly become masters of seduction, they are put to the test and sent to a downtown bar to practice their newfound “magnetism”. But before that, Medeiros puts students through a “self-esteem” exercise and (ironically) teaches the women that they should, above all, love themselves.
As for the gentlemen, rest assured, Eliete is developing a similar course that aims at teaching men how to seduce women and how to become more confident. We’re sure it will cover all the essentials of what it means to be a man: smoking cigars, drinking whiskey and driving sports cars.

Eliete Amélia de Medeiros diretora da Agência de Namoro Eclipse Love , aponta tipos de solteiros no carnaval.

AO CONTRÁRIO DO QUE MUITA GENTE PENSA, AS PESSOAS QUE NÃO ESTÃO EM UM RELACIONAMENTO NÃO SE DIVIDEM APENAS ENTRE OS FELIZES E OS AMARGURADOS

Ao contrário do que muita gente pensa, os solteiros não se dividem apenas entre aqueles que amam não ter alguém do lado e aqueles que estão loucos para entrar em um relacionamento. Com a ajuda da psicóloga especialista de relacionamentos Eliete de Medeiros, listamos os dez tipos que você pode encontrar por aí se também estiver “na pista”:
Ao contrário do que muita gente pensa, os solteiros não se dividem apenas entre os felizes e os amargurados


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Ao contrário do que muita gente pensa, os solteiros não se dividem apenas entre os felizes e os amargurados


1. O convicto



"Eu escolho ser solteira pois amo estar viva"

Esse é daqueles solteiros que, seja qual for o motivo, não pensam em arrumar um par de modo algum. Eles gostam de curtição, de ficar com várias pessoas, de não precisar dar justificativas a ninguém e, no carnaval, sentem-se em casa.


2. O contrariado




Para esse tipo, a vida de pessoa solteira já perdeu a graça e parece que finalmente chegou a hora de “se amarrar”. No entanto, para elas, nenhum peixe cai na rede e parece que a pessoa certa nunca vai chegar.



3. O perdido




Em alguns momentos ele se sente bem com a vida de solteiro, mas, em outros, sente vontade de ter alguém do lado para compartilhar os bons momentos e viver experiências de casal.


4. O “sanguessuga”

"Awww... Ah não, espere um minuto, eu não tenho ninguém!"

Se você não tem um amigo assim, provavelmente conhece alguém que tem. A pessoa fica longe de relacionamentos (seja por vontade própria ou por não conseguir encontrar alguém com quem valha a pena se relacionar) e vive aconselhando que os amigos não se envolvam com ninguém para que ele não perca a companhia nos “programas de solteiro”.


5. O “come quieto”



Esse é o tipo de solteiro que, apesar de não se prender a ninguém e viver nas festas, tem vários “contatinhos fixos” na agenda com quem sai com frequência.



6. O falador



"Estou solteira e disponível"

Ao contrário do “come quieto”, essa é aquela pessoa que fala o tempo todo sobre sair com várias pessoas, mas, na realidade, não fica com ninguém.



7. O melhor amigo


"Bom, boa noite"

Esse tipo de solteiro não está nem um pouco conformado em não ter um relacionamento e gostaria muito de namorar, mas sempre acaba ficando apenas como o melhor amigo das pessoas com quem quer ficar



8. O viajante



Assim como o convicto, ele não vê nada de errado na vida de solteiro, mas vai para onde a vida o levar, sem ficar necessariamente correndo atrás de um relacionamento.



9. O “em cima do muro”

"Não... Sim"

Parecido com o tipo perdido, o solteiro que está “em cima do muro” realmente sente vontade de ter um relacionamento, mas, ao mesmo tempo, não consegue se desvencilhar de certos hábitos da solteirice.




10. O que apenas finge ser solteiro




Apesar de se apresentarem como solteiros, essas pessoas são daquele tipo que escondem a aliança no bolso quando é conveniente e esperam o parceiro ou parceira não estar por perto para entrar no Tinder.